Uma estrangeira no mundo

"Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim." – Jo 15.18

Pastor e político ao mesmo tempo: não dá


Ontem começou o horário eleitoral na tv, e como sempre a parte mais engraçada (para não dizer trágica) é a aparição dos candidatos a deputado (ontem foram os federais, hoje os estaduais). Havia figuras como o palhaço Tiririca, o Kiko do KLB, a Mulher-Pera. Mas, em meio a tantos candidatos, não dava para não notar a presença dos “candidatos-gospel”.

Se não é possível, em geral, identificar a crença religiosa de candidatos católicos, espíritas, umbandistas, budistas, seicho-no-iês, etc, não há como não identificar um candidato evangélico. O discurso é sempre o mesmo: o nome de Jesus e o linguajar gospel. O candidato de número 7000, por exemplo, é um pastor que disse que 7000 é o número de Deus, que com o 7000 o fogo desce, 7000 ninguém esquece (e não é que funcionou? Não lembro do candidato, mas lembro do número dele!). E como ele, outros fizeram seus “apelos” pelo voto gospel. A cantora Mara Maravilha, por exemplo, apelou para sua fama para indicar a votação em seu atual marido, Dr. Alexander alguma-coisa. Espero ansiosamente para assistir aos apelos dos prs. Marco Feliciano e Dilmo dos Santos, além do “Eita-Deus” (não sei o nome do pr, mas em todo o ano político seu slogan é o mesmo).

Ser pastor, líder religioso, e deter um cargo político, ao mesmo tempo, não dá. Nem vou entrar no mérito da quantidade de escândalos que nossa bancada evangélica tem proporcionado, quando deveria ser exemplo, ser sal e luz naquele lugar. Vou mencionar algo mais prático, a tal lei da física, onde um corpo não pode ocupar dois espaços ao mesmo tempo.

Bom, vejamos:

No site da Câmara dos Deputados, há a agenda dos congressistas. Dei uma olhada, e verifiquei que sempre há alguma programação de segunda à quinta-feira. Nas sextas-feiras, sempre há uma  sessão ordinária “cancelada” (ah, se todas as categorias emendassem o final de semana dessa forma!). Enfim, subentende-se que o expediente político ocorre de segunda a quinta, pelo menos.

De um político que diz “servir a Deus”, espera-se que seja exemplo. No mínimo, que participe de todas as sessões (exceto em casos graves, como doença, morte na família), assim como um trabalhador evangélico de qualquer setor necessite cumprir sua jornada de trabalho da melhor forma possível. Assim, um dito “pastor” estaria longe da sua congregação a semana inteira, ainda mais se for deputado federal e sua comunidade estiver fora do Distrito Federal. Sobra-lhe, em tese, sexta, sábado e domingo para se dedicar às suas ovelhas.

Mas o trabalho de um congressista não se resume a estar presente nas sessões. Segundo o site de um candidato (a propósito, não o estou recomendando), são atribuições de um deputado federal:

– Discutir e votar o Orçamento da União (quanto o país irá gastar na saúde, educação, infra-estrutura, saneamento, segurança pública, etc);

– Elaborar leis;

– Discutir e votar projetos de lei de iniciativa do presidente da República e dos tribunais superiores;

– Atender, pessoalmente, ou através dos seus assessores, os seus eleitores, segmento social ou região, sempre que possível, ouvindo pedidos e encaminhando-os aos órgãos governamentias ou apresentando-os em plenário;

– Convocar os ministros de Estado para prestar, pessoalmente, informações sobre assuntos previamente determinados;

– Apreciar as concessões e renovações de canais de rádio e televisão;

– Fiscalizar e controlar os atos do presidente;

– Prestar contas dos seus atos.

– Autorizar a instalação de processo contra o presidente e vice-presidente e ministro de Estado.

Como se vê, boa parte do trabalho de um deputado necessita de tempo, tanto para pensar e elaborar projetos, quanto para ler e ficar ciente dos temas de votação, além de atender à população (evangélicos e não-evangélicos também). Assim, digamos, lá se vão pelo menos a sexta e o sábado.

Sobrou o domingo, em tese. Nesse dia, ele terá que descansar (afinal, ninguém é de ferro), e atuar em sua congregação. E mesmo que tenha muita energia e consiga fazer tudo isso, eis outra questão:

O que é mais importante? O chamado pastoral ou um cargo e salário político?

Sim, pois se o pastor-político for fiel em seus princípios, dedicará pelo menos 5 dias para a política, e quando muito 2 dias para seu ministério pastoral. A proporção já denota o que acaba sendo prioritário em sua vida, deixando o trabalho na igreja como algo secundário, uma espécie de hobby, onde as ovelhas continuam sem pastor.

Ser pastor e ser político não dá. Quem diz que dá está é abrindo mão do trabalho pastoral para receber poder terreno e um bom salário. A desculpa de que se tem que estar em Brasília para que o Brasil seja do Senhor Jesus é a mais esfarrapada possível, a se notar pelos escândalos políticos gospel que já conhecemos. O que muitos querem é poder e dinheiro, simples assim, e seria muito mais coerente que não colocassem o nome de Jesus no meio disso.

Sinceramente me sinto envergonhada quando vejo “pastores” usando jargões gospel para tentar abocanhar os votos das ovelhas. Mais sensato seria abrirem mão de seus cargos eclesiásticos e só então tentarem a vida política. Mas abrir mão do poder espiritual sobre os fiéis também não é interessante, já que, pelo menos na teoria, é possível tê-lo junto ao poder terreno.

Coitadas das nossas ovelhas sem pastor.

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14 comentários em “Pastor e político ao mesmo tempo: não dá

  1. René
    18/08/2010

    Pôxa, e ainda dizem que a perfeição não existe! É porque não leram este texto, ainda. Ele é perfeito!

    Continue na Paz!

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  2. Moacir Teles Maracci
    18/08/2010

    O pastor que quer exercer ao mesmo tempo um mandato político coloca em xeque, em primeiro lugar, aquele esquema que diivide a humanidade entre os “abençoados” e os do “mundão”(sic), divisão essa que é muito mais fruto do egoísmo dos primeiros do que uma conversão ao Evangelho. Vejamos bem, todo cristão autêntico tem o direito (e o dever) de exercer a cidadania, o que implica que deva interferir nos rumos da coisa pública visando o progresso social. Se faz isso devidamente inspirado na mensagem cristã, o retorno é incomparável. Assim, o “ser cristão” não deve ser um estatuto dado por essa ou aquela igreja, mas sim uma verdadeira missão a cumprir, que implica a prática das boas obras, o amor ao próximo, a luta contra a opressão de qualquer tipo. O pastor deve cobrar do mandatário político essa postura cristã no Congresso, no Senado e nos parlamentos estaduais e municipais, enfim, em toda a esfera do Estado e não ele exercer o mandato ao mesmo tempo que cuida das suas ovelhas. Se não fizer assim, acontece o que a Vera denuncia com propriedade: não faz nem uma coisa e nem outra, e no limite, é nocivo em ambas as tarefas, com claros prejuízos para a sociedade e para a missão cristã. É isso.

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  3. josé vicente
    19/08/2010

    A política, na minha opinião, é a arte de mentir. Ao longo da minha vida, nunca vi, no Brasil, alguém ser eleito falando a verdade. Prova disso, é que os dois candidatos á presidente mais bem colocados nas pesquisas, já foram pegos mentindo.
    Ninguém é inocente. Qualquer pessoa que se candidata a um cargo público sabe que o salário é alto, que as mordomias são muitas, e que terá que participar de conchavos e negociatas.
    Para mim, são 4 os motivos que levam alguém a se candidatar: Uma vontade imensa de não trabalhar, ambiçaõ desmedida, sede de poder e vaidade.
    O mais espantoso, porém, é que tudo que eu acabei de dizer acontece nos processos eleitorais das principais convenções evangélicas, e até nas igrejas; além disso, os pastores mais famosos, principalmente os televisivos, já adotaram há muito tempo métodos e atitudes identicas aos de nossos piores políticos. Vida cristã e política são absolutamente imcompatíveis.
    As candidaturas supostamente cristãs são mais um fenômeno “gospel”. Desde que as pessoas deixaram de ser crentes ou evangélicas e passaram a ser “gospel” a igreja, como um todo, começou a vagar sem rumo pelo deserto. Sob o manto “gospel” tudo é possível: de congressistas a atrizes pornô, há todo tipo de gente empunhando a bandeira “gospel”.
    Jesus Cristo disse: “Ama a Deus de todo o teu coração e ao próximo como a ti mesmo”.
    Baseado nestas palavras, eu lançaria a seguinte campanha: “Por amor, cristão não vota em cristão”.
    Ao não votar em um candidato “gospel” você está demonstrando que o ama e que deseja que ele continue na vereda da justiça.

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  4. josé vicente
    19/08/2010

    Gostaria de fazer uma retificação, já que o termo “cristão” é muito abrangente.
    Poderia ser, por exemplo: “Por amor, crente não vota em crente”.
    Quem quiser, pode sugerir outros lemas.

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  5. René
    19/08/2010

    Amada Vera,

    Há cerca de dois meses, publiquei um texto que, talvez, possa colaborar na discussão deste assunto. Se você quiser dar uma conferida e permitir que seus leitores também o façam, o endereço é este: http://kasteloforte.blogspot.com/2010/06/o-cristao-e-as-eleicoes-parte-2.html .

    Caso contrário, pode apagar este comentário.

    Continue na Paz do Senhor!

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  6. Matheus Soares
    06/09/2010

    Excelente o texto.

    Sempre fui contra alguém que se diz pastor concorrer a cargos políticos, e pior ainda, usando o título de pastor na candidatura.

    Tomei a liberdade de divulgar no meu blog, com a devida referência ao seu blog.

    Dia 11 estarei na ExpoMamom protestando!

    Abraço!

    Matheus

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  7. ASSUNTO: POLITICOS NOMEANDO PARA CARGOS PESSOAS DE NOSSAS IGREJAS POR INTERESSES- VENDA DE VOTOS DAS OVELHAS É CRIME

    CONSIDERANDO as tragédias políticas na mídia em especial da cidade vizinha de Ubatuba, venho informar através deste artigo que devemos investigar a hipótese eventual de ocorrer tal situação com o objetivo de eliminar as contratações ilegais que porventura existirem de indivíduos para cargos de confiança ou comissionados que não pertencem ao quadro de empregados públicos ou servidores/funcionários efetivos ou de carreira, através da exoneração dos mesmos para que se possa dar cumprimento fiel a CONSTITUIÇÃO FEDERAL em seu Art.37, inciso II e V.
    CONSIDERANDO que esta prática de colocação de “gente nossa” em postos–chave aos quais os nomeados já chegam sabendo a quem se deve fidelidade é chamado de aparelhamento político partidário e corporativo da administração pública, é INCONSTITUCIONAL e mói as engrenagens da administração pública de funcionamento da democracia resultando num quadro catastrófico de “coronelismo” e “clientelismo” no famoso e conhecido toma-lá-dá-cá, e é o mais ruinoso legado desta era política.

    CONSIDERANDO que por incrível pareça ainda existem casos próximos a nós como recentemente foi apurado em UBATUBA, os Municípios, através da maioria dos agentes políticos, desrespeitam (por desconhecimento, inépcia, desídia) flagrantemente a Constituição Federal de forma contumaz no que tange a contratação de cargos comissionados ou de função de confiança, porque não estão escolhendo exclusivamente dentro dos empregados públicos de cargo efetivo ou de carreira que são os concursados, contrariando o disposto na CF, art.37, inciso V.
    E POR QUE FAZEM DESSA MANEIRA? Esses cargos deveriam ser reservados para especialistas de reconhecido conhecimento técnico do quadro de empregados públicos, e não o são por muitos motivos, fixo-me, em alguns. Primeiramente o fazem para burlar o concurso público, sendo que em alguns casos os maus políticos contratam desta forma para que os altos salários pagos a estas pessoas alheias ao quadro de servidores possam ser divididos de forma ilícita com o próprio contratante, caso de UBATUBA. O pior de tudo, no entanto é quando se utiliza destes indivíduos como portal da corrupção, fraudando licitação, carimbando notas fiscais de mercadorias que jamais chegaram a seu destino, criando comissões de licitação com pessoas alheias ao quadro de empregados públicos e uma infinidade de outras formas de corrupção algumas conhecidas e outras nem tanto.
    CONSIDERANDO que deste modo o setor público municipal poderia em tese ser facilmente capturado por interesses organizados, tratar a máquina pública como se fosse uma extensão do partido político é absurdo, pois a noção de serviço público foi substituída pela fidelidade ao projeto de poder dos partidos. Os Coordenadores, Chefes de Setor e chefes de Seção, Chefes Administrativos passam,
    QUAL ENTÃO A BASE .LEGAL. QUE POLITICOS SE UTILIZAM PARA CONTRATAR PESSOAS ALHEIAS AO QUADRO DE SERVIDORES CONCURSADOS PARA CARGOS DE FUNÇÃO PUBLICA DE CONFIANÇA DE COORDENADOR TECNICO, CHEFE DE SETOR, CHEFE DE SEÇÃO, CHEFE ADMINSITRATIVO? A base legal. é a NOSSA LENIÊNCIA, NOSSO RELAXO, NOSSA DISPLICÊNCIA, NOSSA DESÍDIA e quando digo nossa estou me referindo à sociedade civil, sociedade esta que de organizada tem muito pouco ou quase nada, de nossas instituições como o Ministério Público Federal e Estadual, dos Tribunais de Conta .
    QUAL ENTÃO A BASE LEGAL PARA SE PODER CONTRATAR SERVIDOR COMISSIONADO OU DE CONFIANÇA? A BASE LEGAL É A CONTITUIÇÃO FEDERAL
    A Constituição Federal MANDA proceder neste caso, ordena que a Administração Pública proceda de acordo com os princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência entre outros. (Art.37 caput). A constituição assegura a qualquer brasileiro ter acesso a empregos e funções públicas desde é claro que sejam atendidos os requisitos estabelecidos em lei. (Art.37, inciso I). Vale dizer então que todos os cidadãos brasileiros deverão ter oportunidades iguais para preencher uma vaga para um cargo público, ou seja, a lei deve respeitar o princípio da impessoalidade entre outros princípios, em outras palavras, o administrador deve agir de forma impessoal, que no caso em espécie esta impessoalidade somente será atingida PELA REALIZAÇÃO DE CONCURSO PÚBLICO E DE NENHUMA OUTRA FORMA! Conforme preceitua o sempre citado Art. 37, inciso II.
    Ocorre, entretanto que para os cargos de CONFIANÇA e em COMISSÃO a constituição fez uma ressalva, qual seja: Que as funções de CONFIANÇA deverão ser exercidas EXCLUSIVAMENTE POR SERVIDORES DE CARGO EFETIVO (CONCURSADO) e os cargos em COMISSÃO devem ser preenchidos por SERVIDORES DE CARREIRA (TAMBÉM CONCURSADO). Outra coisa importante foi que a constituição ordenou que estas nomeações somente poderiam acontecer MEDIANTE LEI que deve prever o MÍNIMO necessário para o perfeito funcionamento da administração pública e não pelo MÁXIMO. A constituição disse mais, que tais atribuições destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento, e para nenhum outro!
    Por óbvio então que estes cargos são de livre nomeação e, portanto podendo os mesmos ser exonerados ao talante do administrador. (inciso II do Art.37 da CF).
    Para uma melhor praticidade e clareza transcrevo os incisos II e V acima citados do Art.37 da CF.
    Art.37 -II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração;

    V – as funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento;

    EXEMPLO DE UM CASO PRÁTICO
    Embora o tema seja de aplicação direta e imediata do Art.37, inciso II e V, da CF, o fato é que a maioria dos Municípios, não vem cumprindo este mandamento constitucional, desta forma simularei um caso pratico de aplicação, por exemplo, em uma cidade seguindo fielmente a Constituição até porque não poderia ser de outra forma. Imaginemos uma PREFEITURA que possua um total de 700 servidores, composto de servidores efetivos e de carreira. Todos concursados! (hoje isso é ficção, mas é assim que deverão ser: todos concursados, Art.37, inciso II). Pois bem, o (a) Prefeito precisará de 20 (vinte) Coordenadores Técnicos, 40 Chefes de Setor, 100 Chefes de Seção, para as funções de trabalho.
    O QUE FAZER? Em primeiro lugar terá que ser promulgada uma lei neste sentido, do contrário será impossível preencher tais cargos (inciso II do Art.37 CF). Após publicação da lei deverá o (a) Prefeito escolher EXCLUSIVAMENTE os servidores/ funcionários/empregados públicos que JÁ ocupam cargos efetivos bem como para os de carreira. Frisa-se, que os cargos de CONFIANÇA devem ser servidores de CARREIRA.
    Não poderão ser escolhidos FORA DO QUADRO DE SERVIDORES EFETIVOS OU DE CARREIRA. A constituição é de clareza solar quando diz EXCLUSIVAMENTE POR SERVIDORES OCUPANTES DE CARGO EFETIVO, quanto às funções de CONFIANÇA e devendo ser PREENCHIDOS POR SERVIDORES DE CAREIRA no caso dos COMISSIONADOS. E ponto final!
    Do contrário estaríamos inserindo dentro da administração pública municipal pessoa estranha ao quadro de funcionários que não teria passado pelo crivo do concurso público, situação que é expressamente proibida pela Constituição Federal.
    É CERTO DIZER QUE O FUNCIONÁRIO DE CONFIANÇA OU COMISSIONADO NÃO PRECISA DE CONCURSO?. É CERTO! Esta é a mobilidade que a constituição deixou ao administrador, no entanto para que ele possa ser nomeado para a função de confiança ele deve necessariamente ser concursado para seu cargo originário e efetivo. A constituição fala em EXCLUSIVAMENTE e não facultativamente como dizia antes da Emenda Constitucional N.19. ,de 04/06/1998 (DOU de 05/06/1998, em vigor desde a publicação.

    O ideal seria que os próprios políticos resolvessem o problema, entretanto por certo a solução não virá por esta via por motivos que estamos vendo diariamente nos noticiários. Uma pena! Outros dizem, que os eleitores poderiam resolver. Também nestas condições acredito ser inviável mesmo porque não são os leitores que escolhem seus candidatos na sua origem e sim os partidos. Os eleitores simplesmente votam em um dos escolhidos pelos partidos, vale dizer que as escolha é pelo menos ruim.
    É necessário que nós da sociedade civil motivemos as Câmaras Municipais e nos organizemos acionando o Ministério Público bem como os Tribunais de Conta a solucionar o problema. O Poder Judiciário por certo deverá ser acionado através de Ações Civil Pública movida tanto pelo MP. Esperemos que o Judiciário responda a altura a este novo chamado da sociedade brasileira.
    Lamentavelmente, tive que repetir por diversas vezes a mesma coisa, mas isso é para dar um certo equilíbrio uma vez que faz anos que esta verdade vem sendo negada e sabemos que uma mentira quando repetida muitas vezes corre o risco de tornar-se verdade, como de fato aconteceu em relação ao caso em tela.

    Obrigado.

    Pastor Cláudio Acconci

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    • josé vicente
      13/09/2010

      Caro Pastor Claudio
      Realmente surreal o seu discurso neste blog. Pareceu, a mim, o desabafo de alguém que foi preterido para ocupar algum cargo público. De qualquer modo, não há dúvida: Você é um político…ou quer ser.
      Primeiro, você teceu os mais variados elogios ao lider da AD Brás e ao famigerado “pastor” dilmo dos santos, no que foi cabalmente desmentido por um pastor da mesma AD Brás.
      Agora, veio com este discurso sem pé nem cabeça, num espaço onde estamos tentando convencer as pessoas a voltar ao evangelho puro e simples.
      Aqui mesmo, neste blog, eu já deixei meu lema para esta e para as próximas eleições: Por amor, crente não vota em crente.
      Sobre a sua declarada adimiração por Dilmo, o evangelho nos diz:
      ” Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR! “

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      • PASTOR CLAUDIO
        19/09/2010

        BOM DIA: JOSÉ VICENTE
        A PÁZ IRMÃO, MAS NÃO COMPACTUO DESSE ÓDIO QUE O AMIGO TEM NO CORAÇÃO.
        RECOMENDO DE BOM GRADO E SINCERAMENTE QUE O AMIGO PROCURE UM GRUPO DE ORAÇÃO SÉRIO E FAÇA UMA INTERCESSÃO DE CURA DA ALMA, PERCEBE-SE UMA HOJERIZA POR CERTOS ELEMENTOS E SITUAÇÕES NÃO RESOLVIDAS PRO PARTE DA SUA PESSOA.
        POR FAVOR DIRECIONE ESSE SENTIMENTO EM ORAÇÃO E NÃO CONTRA MIM, RSRSRS. SOU SEU AMIGO E NUNCA INIMIGO AMÉN.

        AMADA “BLOGUEIRA” PODE CHAMAR ASSIM, POIS DESTE MODO TENTO SER GENTIL QUANTO AO TEXTO, DESCULPE MAS NÃO VEJO INCONGRUÊNCIA ALGUMA NO QUE DISSE.
        EXPLICO: NÃO SOU POLÍTICO, NÃO TENHO CARGO POLÍTICO, NÃO VOU TER, PONTO. SOU ESTUDIOSO DE CIENCIAS POLITICAS E ACOMPANHO HOMENS POLITICOS DE CARREIRA, E NESTES DIÁLOGOS MANTENHO CONTATO COM A “AMARRIBO” DE RIBEIRÃO PRETO E VI O EXCELENTE TRABALHO DOS MESMOS. E É UM TRABALHO POLITICO, E SIM PRIMA PELA EXCELENCIA.
        LENDO PASTORES EXPLANAREM SOBRE O ASSUNTO,EM CONTATO COM AS LEITURAS DE RICARDO AGRESTE- REFLEXÃO ESPIRITUALIDADE ENGAJADA
        NA REVISTA CRISTIANISMO HOJE(VC DEVIA ESCREVE NELA VIU MOCINHA!!!, VC ESCREVE MUITO BEM) VI QUE OS TEXTOS FAZEM MENÇÃO A SITUAÇÕES DE HOEMSN POLITICOS DIRIGIDOS POR DEUS QUE MUDARAM NAÇÕES.
        MAS TAMBÉM OCORRRE O CONTRAPONTO DE SITUAÇÕES DE PASTORES MAL INTENCIONADOS VENDEREM O REBANHO, E FAEM-NO AO ARREPIO DE LEI AMGNA DO PAIS, ESTE TÓPICO QUE VIM ESCLARECER, HÁ FATOS E ATSO ILEGASI ACONTECENDO PORQEUE SCOLHEMSO MAL NO PASSADO, E AGORA PODEMOS ESCOLHER MELHOR.
        SINCERAMENTE MOÇA GOSTO MUIOT DOS SEUS ARTIGOS, E JAMAIS IRIA QUERER DENEGRIR OU CRIAR CELEUMAS DESCULPE. CASO VC QUE ÉA AUTORA DO BLOG ACHE INA DEQUADO O COMENTÁRIO PODE RETIRAR , MAS A INTENÇÃO ERA ESCLARECER PRATICAS DESTRUTIVAS E ANTIBÍBLICAS QUE INFELZMENTE ACONTECEM.
        VC PODE LER REPORTAGENS E AMTERIAS DE OUTROS COLEGAS EM REVISTAS E BLOGS COMO O SEU(SÉRIOS) QUE VC VERÁ UAM ANLOGIA ENTRE O EVANGELHO PURO E SIMPLES E A PRATICA POLITCA NEFASTA EM CONTRAPONTO A POLITICA D EJOSE DO EGITO E DE NEEMIAS NA PERSIA(ERAM HOMENS DE DEUS).
        ME PERDOE MAS A IDEIA ERA ATRAIR IDENTIFICAÇÃO COMS SITUAÇ~EOS ANALOGAS, E NUNCA PERTURABR O BOM ANDAMENTO DA CONVERSA.
        UM ABRAÇO
        PR CLAUDIO ACCONCI

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  8. josé vicente
    21/09/2010

    Caro Claudio,
    Até hoje não consegui ter ódio de ninguém, embora motivos não faltem. Minha índole, porém não comporta este tipo de sentimento.
    Se você tivesse dito “indignação” estaria coberto de razão. Eu realmente fico indignado quando vejo homens idolatrando homens, principalmente políticos.
    Nós, crentes, precisamos nos guiar pelo evangelho puro e simples que condena tais atitudes.
    Eu só gostaria que você me explicasse sobre o significado de “grupo de oração sério” e “intercessão de cura da alma”. Do meu ponto de vista isto não passa de macumba gospel, fenômeno que tem invadido as igrejas sob o controle de líderes espertalhões e gananciosos que com isso cauterizam a fé dos mais fracos, tomando-lhes tudo o que têm.
    Se eu nunca tivesse frequentado uma igreja, você poderia me convencer mas eu fui batizado na igreja batista aos 17 anos, na década de 60.
    Nesta igreja havia amor genuíno entre os irmãos e não havia macumba GOSPEL, campanhas, artistas GOSPEL, trízimo, sacrifício financeiro e nem coxinha GOSPEL na cantina da igreja. Nada mais “GOSPEL” do que igreja com cantina(eu não entro).
    Nossa igreja não tinha fazenda, nem carro, nem avião. E, curiosamente, nesta época não havia candidatos GOSPEL nas eleições.
    Não havia bispos, e muito menos bispas, nem pastoras, nem apóstolos, nem reverendos, etc.
    Eu não sugiro nenhum tipo de cura pra você, mas sugiro que você seja crente e não GOSPEL.

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  9. PASTOR CLAUDIO ACCONCI
    22/09/2010

    BOA TARDE: A PAZ “ESTRANGEIRA” , A PAZ IRMÃOS:

    AMDA, COMO É DIFÍCIL NOS FAZERMOS ENTENDER AOS OUTROS, ENTENDO COMO VC QUE É UMA DAS PROTAGONISTAS DA REVOLUÇÃO DA PUREZA DEVE SE SENTIR, MAS É POR ISSO QUE TE ADMIRO.

    HOUVE TEMPOS EM QUE NADA ERA PERMITIDO NAS IGREJAS, A TV ERA DO DIABO, A CALÇA ERA DO DIABO, A RADIO (DEIXOUDE SER COM A DEUA É AMOR), E POR MUITOS ANOS – DECADAS- A POLITICA TAMBEM FOI CONSIDERADA DO DIABO, E COMEÇARAM A PENSAR DE FORMA “ACALREADA” NA DEC DE 70 COMA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO EPASMENS SE CONSEGIU UM POUCO DE VISLUMBRE.
    PEÇO PERDÃO A SUA GERAÇÃO POIS SO POLITICOS DO QUILATE DO SR MALUF, COLLOR ETC FOMOS NOS QUE CONCORDAMOS NAS URNAS, ATEA GERAÇÃO DIRETAS JÁ DAR SEU GRITO DE CLAMOR.
    OBSERVEM VCS JOVENS QUE NESTE MOMENTO HA´QUESTÕES CRUCIAIS SE DESENROLANDO NO CENARIO LEGAL, QUE IRÃO CO CERTEZA DETERMIANR PARAMETROS DE MODO DE VIDA PARA AS GERAÇÕES FUTURAS, CONCORDA?
    BOM PENSEMSO DESTE MODO, NA DEC DE 60 A TV, POLITCA , RADIO, SAIA, ETC ERAM CONSIDERADAS COISAS DO DIABO, E AS PESSOAS ERAM ISNTRUIDAS POR SEUS LIDERES A TER ISOS COM DOUTRINA BÍIBLICA, FATO QUE HJ N´SO SABERMSO SER ABSURDOS E HERESIAS, CRIADA NA MENTE DE INCAUTOS, E QUEM GANHOU COM ISO FORAM AQUELES QUE SÃO CONTRA O REINO DE DEUS, POIS HOUVERAM DIVISÕES, FACÇÕES ETC.
    HJ VIVEMOS DUAS SITUAÇÕES ANALOGAS, HÁ UMA EQUIPE DE DESOCUPADOS QEU INCITA AS PESSOAS A NÃO VOTAR, E SABEMOS QUE O VOTO É UM DIREITO DAS PESSOAS; E HÁ OUTROS MAIS RETROGRADOS AINDA QUE TENTAM JUSTIFICAR SUA PEQUENEZ DIZENDO SER COISA DO DIABO, POR FAVOR DEIXEMSO DE EXCRESCENCIAS E DISPARATES.
    O QUE REPITO É SEGUINTE IRMÃ, SE TEMSO 2 CANDIDATOS, E AMBOS TEM CONHECIMENTO SECULAR- PREPARO E TECNICA- E UM DESTES É CRISTÃO, ENTÃO PQ NÃO OPTAR PELO CRISTÃO??QUE MAL HÁ NISSO??
    NO MEU CASO REPITO SOU AMBIENTALISTA DESDE MOCINHO_ FUI CRIADO PELA MINHA MÃE E VÔ INDIOS, MEU PAI QUE É BRANCO-, E NÃO TINHA UM CANDIDATO QUE COMPARTILAHESSE DAS INHAS OPINIÕES, HJ TENHO A MARINA QUE TB É SALVA, E É UMA MOÇA PREPARADA, PQ MEU DEUS HÁ INCONGRUENCIA EM EU QUERER VOTAR NA MOÇA, POIS SINCERAMENTE A ACHO DIGNA.
    E ME DESCULPME OS COLEGAS QUE DIGAM O CONTRARIO TRATA-SE DD PESOA DE BEM, É ISSO O QUE QUERO EXPOR, SIMPLES, CLARO.
    DO MESMO JEITO SE HOUVER UM FEDERAL OUESTADUAL OU SENADOR QUE PENSE COM EU PENSO E SEJA CRENTE VOTO NELE, É UMA ESCOLHA PESSOAL.
    MAS HÁ VARIOS PASTORES DECENTES QUE COM CERTEZA ESTÃO PREPARADOS AN VIDA SECULAR, E EENTRE UM IMPIO E UM PASTOR POR FAVOR ESCOLHAM O PASTOR, SERÁ QUE ESTOU ME FAZENDO CLARO.
    IRMÃ NÃO COSNIGO ADMITIR A HIPOTESE DE QUE TDS OS PASTORES SEJAM RUINS, ASSIM COMO TAMBÉM NÃO CONCORDO QUE TODOS SEJAM BONS, MAS É IMPOSSIVEL NÃO PENSAR QUE SEJA MELHOR UM HOME COM VALORES BÍBLICOS NO CONGRESSO DO QUE UM SEM TEMOR.
    OBRIGADO MAIS UMA VEZ PELA SUA PACIENCIA DE ACEITAR MEU MODO DE PENSAR, E RETIFICO QUE EM QUERENDO PODE RETIRAR O COMENTÁRIO SE O ACAHR DEPRECIATIVO.
    UM ABRAÇO
    PS; a politica não é do diabo, pq tudo no universo é da soberania de Deus;

    PR CLAUDIO ACCONCI

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  10. PASTOR CALUDIO ACCONCI
    22/09/2010

    A PAZ ESTE TEXTO É CÓPIA DE UM SITE DE UM RENOMADO PASTOR METODISTA

    O METODISTA E A POLÍTICA
    Estamos há poucos dias das eleições para Presidente, senadores, governadores, deputados, e como cidadão e acima disto, como cristão não posso deixar de expressar um uma pastoral acerca deste assunto tão sério chamado política.

    Primeiramente, não podemos desconsiderar, que como seres humanos, somos políticos. A palavra “política” é derivada do grego polis que significa organização e procedimentos acerca da polis (cidade).E por que somos políticos? Por que Deus nos fez políticos, seres capazes de agir na sociedade.
    Como pastor não posso aceitar discursos como: “Não adianta votar, nada vai mudar, Deus escreveu que isto iria acontecer”. Isto, amados, é uma visão covarde do evangelho, uma visão que desconsidera que, como cristãos, podemos mudar a sociedade. Sei que é difícil acabar com algumas coisas como o carnaval, mas isto não justifica esta visão indiferente do mundo em que vivemos. Indiferença é pecado! (Mt 25.41-46).

    Como igreja estamos no mundo para sermos o diferencial. Por isso Jesus nos chama de luz do mundo e sal da terra (MT 5.13-16). Como poderemos ser o sal e a luz, sendo que abrimos mão do nosso direito de cidadão, conquistado por homens e mulheres que morreram por um ideal de exercemos a liberdade de escolhermos os nossos lideres. Paulo nos orienta a orarmos por nossos lideres, e não nos manda ficarmos indiferentes! Este não é o nosso chamado.

    Quando deixamos de votar, entregamos mais e mais a nossa nação nas mãos de representantes do inimigo de nossas almas e fortalecemos cada vez mais leis e valores que vão de encontro as verdades da Palavra de Deus. É isto que acontece quando caímos do pretexto de que Deus escreveu e não tem como o mundo mudar! Isto é fugir da responsabilidade, é sermos omissos e nós metodistas não podemos fugir de nossa missão! As conseqüências de não votar hoje, podem ser refletidas não agora em nós, mas em nossos filhos e netos, e não quero isto para a minha família. Vou votar por que isto é bíblico e isto é cidadania (Rm 13.1-2).
    Vamos ficar atentos às estas eleições. Vamos exercer o nosso direito de votar. Fiquemos atentos aos candidatos em que iremos votar ! Não deixe de viver o seu direito de cidadão e de cristão no mundo. Deus não nos tirou do mundo, Ele nos livrou do mal e justamente estamos no mundo para fazer a diferença e um voto pode fazer diferença.

    Quantas leis estão no nosso Congresso, prontas para que os novos políticos as votem. Leis como da mordaça, que irá proibir a manifestação religiosa, não poderá mais ter bíblias e nem crucifiquixos em ambientes públicos e não poderemos nem mais citar posicionamentos contra, por exemplo, as praticas sexuais contrárias ao evangelho. Leis como do aborto, do divórcio rápido, da união estável de pessoas do mesmo sexo estão a ponto de serem aprovadas, e nós cristão vamos abrir mão do nosso direito de votar? Entregar o nosso país a iniqüidade, para que o juízo de Deus caia sobre nós? Creio que isto não é da vontade do Pai! Que entreguemos nossa nação as hostes do mal.

    Por conta disto, oriento que os irmãos e irmãs fiquem atentos a três critérios: 1º Critério de fidelidade: ver o pensamento de fé que o candidato obtém; 2º Critério de competência: Se o candidato é conhecedor das leis, se fez projetos e ações na comunidade; 3º Critério de historicidade: Qual é a história do candidato? Seus posicionamentos diante de leis? A partir destes critérios escolham seus candidatos e orem por eles, para que nossa nação seja governada por pessoas sérias e honestas. Vamos votar!

    No mais, como cristão, temos um texto norteador: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” – I Coríntios 10.31. O seu voto tem o mesmo peso do homem mais rico deste país. Vote conscientemente. Que o Reino de Deus venha sobre nós!
    Pr. Allan Ximenes

    http://www.metodistapetropolis.com.br/interno/mensagem.asp?id=323

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    • josé vicente
      23/09/2010

      Caro Claudio,
      Primeiro, gostaria de por as coisas nos seus devidos lugares: Não votar é uma coisa e não votar em crente é outra.`
      É nosso dever cívico obedecer às leis do país e nos submeter às decisões das autoridades constituídas. Falar da origem da palavra política é uma coisa e concordar que crentes sejam candidatos é outra.
      Jesus Cristo disse várias vezes: Ai de vós, fariseus hipócritas! E até hoje é assim, o homem usa de astúcia e de sofismas e distorce o evangelho para tentar convencer outros homens de que o exercício da política é uma coisa saudável e cristã, quando nós sabemos que a política, na prática, é a arte do engano, é a mentira como escudo, é o conchavo, é a armação; e tudo isso é hipócritamente negado.
      Todos nós sabemos que as eleições nas principais entidades evangélicas possuem os mesmos ingredientes das eleições mundanas, com troca de acusações, dossiês, conchavos, etc, e mesmo assim algumas pessoas teimam em tentar esconder o sol com uma peneira.
      Quando Jesus Cristo, referindo-se a dinheiro, disse: A Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus, qual era a mensagem?
      Ora, Cesar era imperador romano-um cargo político-e consequentemente imperador de mais da metade do mundo da época. E era exatamente o que Cesar representava e representa até hoje: O mundo.
      Jesus Cristo disse também: Meu reino não é deste mundo.
      O apóstolo Paulo(apóstolo de verdade) disse: Não podemos viver separados do mundo.
      Tracemos um paralelo: Temos que viver no mundo e, ao mesmo tempo, viver como se não fossemos dele para que alcancemos o reino de Deus, que não é deste mundo.
      Como viver no mundo? Cumprindo nossos deveres cívicos, sociais e familiares.
      E como viver como se não fossemos dele? Levando o evangelho a toda a criatura, sem pão e sem dinheiro, deixando a Cesar o que é de Cesar.
      Difícil, né Claudio? Difícil, né Allan?
      Peço desculpas aos dois, mas não posso me calar: Infelizmente, nos dias de hoje, o título de pastor não dá o conhecimento da palavra de Deus a ninguém.

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  11. joao limma
    16/08/2014

    o termo pastor e ovelha e figurado ,serve para mostrar quem e você na sua igreja mas não se torne irracional como uma ovelha lugar de pastor e na igreja e não na politica !! chega de escândalos somos mais de 40 milhões de evangélicos não precisamos de pastores corruptos defendendo nossos interesses ou melhor seus interesses lembre se que jesus disse que as portas do inferno não prevaleceram contra sua igreja prefiro acreditar em jesus do que em pastores mau intencionados

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